Revolta de Filomeno da Câmara

O tenente Alfredo Morais Sarmento (na imagem) publica um manifesto contra a nomeação de Passos e Sousa como ministro da guerra, depois de Carmona assumir a presidência. No dia 12 de agosto, Fidelino de Figueiredo, então diretor da Biblioteca Nacional, e o tenente Henrique Galvão tentam a edição de um Diário do Governo, nomeando Filomeno da Câmara como ministro de todas as pastas. Têm o apoio de David Neto, Fernando Rodrigues, Morais Sarmento e de António Ferro. O diretor da Imprensa Nacional, Luís Derouet, não autoriza a publicação. Em 26 de agosto, dá uma remodelação governamental, entrando Vicente de Freitas, para o interior, Ivens Ferraz, para o comércio, Agnelo Portela, para a marinha, e João Belo, para as colónias.