Revolta da GNR (Maio)

Durante o governo de Bernardino Machado, em 21 de maio de 1921, dá-se uma sublevação da GNR promovida por setores afetos a Liberato Pinto. Entre os chefes da sublevação, o capitão Gilberto Mota, o capitão-tenente Procópio de Freitas e o capitão Tribolet, com o apoio de Machado Santos.

Os golpistas movimentam-se suspeitando da hipótese de se preparar a subida de Bernardino à presidência da República e de Álvaro de Castro a primeiro-ministro. Jugulada a revolta através de um contragolpe vitorioso chefiado por Júlio Martins, com o apoio da marinha. Gomes da Costa vai então demitir-se da Federação Nacional Republicana. Apesar de vencida a movimentação, o governo pede a demissão no dia 23.