Revolta da Abrilada

Em 30 de Abril de 1824, revolta de D. Miguel.

D. João VI com o apoio do corpo diplomático refugia-se a bordo da Windsor Castle.

Grandes do reino, como Palmela, são presos em Belém. Palmela é único a ser isolado, mas, muito fleumaticamente, vai lendo o Times. Passam, depois, para Peniche. É perseguido o barão de Rendufe, então intendente-geral da polícia.

Os revoltosos insurgem-se contra Vila Flor (futuro Terceira) e Paraty, camaristas de D. João VI.

José Agostinho de Macedo é um dos condutores das massas, fazendo sucessivos comícios, onde denuncia os presos.

Em 13 de Maio, D. Miguel parte para o exílio a bordo da fragata Pérola, com destino a França.

D. João VI regressa à Bemposta em 14 de Maio, demite Leite de Barros nomeando Frei Patrício da Silva para ministro da justiça e Palmela para o reino.