Revolta Comunista na Armada

Sublevação do aviso Afonso de Albuquerque e do contratorpedeiro Dão que pretendiam dirigir-se a Espanha para se aliarem aos republicanos.  Informações prévias da PVDE, então comandada pelo capitão Agostinho Lourenço, permitem a rápida atuação do ministro da marinha, comandante Ortins de Bettencourt, apoiado pelo tenenete Henrique Tenreiro. Revolta sufocada ao fim da tarde.

A sublevação foi organizada pelas células de marinheiros do PCP, mobilizada pela chamada Organização Revolucionária da Armada. São quase todos transferidos para o Tarrafal que passa a ser conhecido como campo da morte lenta. 157 deportados chegam ao Tarrafal em 29 de Outubro de 1936.