Organizado em meados dos anos cinquenta, entra em rutura com o grupo de Marcello Caetano.
Apesar de Santos Costa (na fotografia) ter inventado a candidatura de Craveiro Lopes, este ultimo acabou por aproximar-se dos marcelistas. Santos Costa, através do coronel Romão, chega a entrar em contacto com a oposição republicana, nomeadamente com Ramon de La Feria, visando a defesa do Ultramar.
Segundo consta, Santos Costa pretendia assumir a presidência do conselho, remetendo Salazar para o exílio na Suíça.
Santos Costa tem o apoio dos monárquicos do regime e do jornal Nação, dirigido por Carvalho Branco.