De 9 de fevereiro a 12 de dezembro de 1914 (307 dias - Cerca de dez meses).
6º governo republicano. 5º governo constitucional.
Presidência e Interior:
- Bernardino Luís Machado Guimarães na presidência e no interior.
Estrangeiros:
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Desde 23 de maio de 1914 - O coronel de engenharia Alfredo Augusto Freire de Andrade assume os estrangeiros, pasta até então gerida interinamente por Bernardino Machado.
Justiça:
- Até 23 de junho - O democrático Manuel Joaquim Rodrigues Monteiro (bacharel em direito, juiz do Supremo Tribuanl Administrativo e historiador da arte românica);
- Manuel Monteiro tinha sido governador civil de Braga depois de 1910. Será ministro do fomento do governo de João Chagas/ José de Castro, de 17 de maio a 29 de novembro de 1915;
- Desde 23 de junho - Bernardino Machado;
- Desde 23 de Julho - Juiz Eduardo Augusto de Sousa Monteiro.
Finanças:
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Tomás António da Guarda Cabreira (capitão de engenharia e professor universitário de química, antigo vereador republicano de Lisboa em 1908). Faleceu em 1918, publicando várias obras em 1912, 1915 e 1916 sobre os problemas financeiro, bancário e tributário;
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Desde 23 de junho de 1914 - Capitão António dos Santos Lucas.
Fomento:
- Aquiles Gonçalves Fernandes (advogado);
- Desde 23 de junho de 1914 - João Maria de Almeida Lima.
Guerra:
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António Júlio da Costa Pereira de Eça (general e diretor do Arsenal do Exército). Não filiado partidariamente.
Marinha:
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Augusto Eduardo Neuparth (almirante, célebre por ter criado a farolagem). Não filiado partidariamente.
Colónias:
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Alfredo Augusto Lisboa de Lima (professor da Escola Politécnica). Não filiado partidariamente.
Instrução pública:
- José de Matos Sobral Cid (professor de medicina). Não filiado partidariamente.
