Eu comum

Para Rousseau, o Estado resultante do contrato social é visto como “um corpo moral e coletivo composto por tantos membros quantos os votos da assembleia”, é uma pessoa pública e uma pessoa moral, assumindo-se como uma espécie de eu comum: “tomava noutros tempos o nome de cidade e toma agora o de república ou de corpo político, o qual é chamado pelos seus membros Estado, quando é passivo, Soberano, quando e ativo, Potência, ao compará‑lo aos seus semelhantes”.