Chamorros (1833)

Dominantes durante a regência de D. Pedro, aliam-se aos palmelistas no governo presidido pelo próprio Palmela, entre 24 de Setembro de 1834 e 27 de Maio de 1835.

São então dirigidos pelo chamado quinteto chamorro, constituído por Silva Carvalho, Agostinho José Freire, Rodrigo da Fonseca, G. de Castro e pelo espanhol Mendizabal…

É este quinteto que, com a cobertura de Terceira, se alia a Palmela e consegue mobilizar para o governo o até então oposicionista, conde de Vila Real.

1834

  • Os principais apoiantes do situacionismo são os chamados chamorros, ou o partido dos amigos de D. Pedro, a quem os adversários chamam devoristas, ditadores e até partido dos brasileiros, dominado pelas principais figuras do Grande Oriente Lusitano.
  • As reuniões da maioria decorrem no segundo andar da Relação Eclesiástica onde se estabeleceu uma loja maçónica presidida por Silva Carvalho.
  • Nas primeiras eleições, identificados politicamente 43 apoiantes do partido ministerial contra 32 da oposição. Por identificar, 44 deputados, o grupo central dos indecisos. Há 143 cadeiras previstas, mas apenas 119 ocupadas.
  • Brasileiros ou partido dos amigos de D. Pedro. Com Silva Carvalho, Agostinho José Freire e Rodrigo da Fonseca. Os adversários também lhe chamam devoristas.
  • Dominados pelas principais figuras do Grande Oriente Lusitano. Vivem em aliança com o grupo dos palmelistas ou aristocratas, também dito conservadores.
  • Silva Carvalho utiliza como colaboradores Gomes de Castro, que envia a Londres, Dias de Oliveira, no Porto, e o Visconde da Carreira, em Madrid.