Bloco Conservador

Designação dada, por ocasião das eleições de Agosto de 1910, as últimas da monarquia liberal, a um grupo onde alinharam os progressistas de José Luciano, em torno do Correio da Noite, os regeneradores de Campos Henriques, os franquistas de Vasconcelos Porto, com o Correio da Manhã, e os nacionalistas de Jacinto Cândido, em torno de Liberdade, apoiado em Castelo Branco por Tavares Proença, bem como dos jornais Palavra, dirigido por Francisco Gonçalves Cortez, e de Portugal, dirigido pelos jesuítas do padre Matos. O bloco, que reunia as oposições monárquicas ao governo de Teixeira de Sousa, tinha 50 deputados, contra 89 do bloco apoiante do governo, o chamado bloco liberal.